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A Liderança Transformadora das Entidades de Classe

A Liderança Transformadora das Entidades de Classe

Um tema que é bastante desafiador e, ao mesmo tempo, para quem tem o perfil de liderar, é uma busca constante e satisfatória, geralmente porque transformar, está alinhado ao propósito dos profissionais que escolhem a carreira da liderança.

Para iniciar este artigo, é necessário esclarecer que as Entidades de Classe são sociedades sem fins lucrativos, constituídas para prestar serviços aos seus associados. O que muitos desconhecem é que toda entidade de classe tem em comum a gratuidade do exercício de cargos eletivos, ou seja, profissionais que se propõe a estar a serviço de seus associados sem remuneração (e por isso entendo que apenas perfis natos de lideranças topam esse tipo de desafio). E para exemplificar, são entidades de classe: as confederações, as federações, as associações, os sindicatos, as cooperativas, entre outros.

E como realizar uma Liderança Transformadora durante o período de gestão de uma Entidade de Classe? A primeira dificuldade relatada pelos presidentes eleitos é a dedicação desproporcional da diretoria estatutária, pois nem todos são atuantes, o que sobrecarrega alguns cargos e muitas vezes a gestão acaba “deixando a desejar”. A segunda dificuldade é que a entidade deixa de buscar a melhoria contínua de benefícios aos associados e formarem novas parcerias por estarem completamente envolvidos na prestação de contas, considerando processos burocráticos internos. Dentre algumas outras dificuldades, está a falta de participação ativa dos associados, que apenas consomem os benefícios oferecidos e não contribuem com novas ideias e nem tampouco compartilham suas necessidades ainda não atendidas ou nem reveladas.

E quando surge um novo líder de uma entidade com mais entusiasmo e objetivos relevantes de transformação, é perceptível a mudança logo nos primeiros meses. Algumas estratégias fundamentais que tornam as entidades de classe mais contributivas com a sociedade a curto prazo, baseado nas experiências de convivência, elencamos:

  1. Um Planejamento Estratégico realizado para o período da gestão.
  2. Objetivos, Metas e Projetos divididos para os membros da diretoria e equipe.
  3. Foco no aumento dos benefícios aos associados.
  4. Desenvolvimento de novas e diversificadas parcerias.
  5. Inserção de tecnologia e estimulo à inovação.

O líder que se propõe a realizar mais e melhor, sem remuneração, apenas com objetivos elevados de contribuir com a sociedade e com seu desenvolvimento como líder merece o respeito e participação do entorno.

E a competência de liderar de forma transformadora está alinhada ao desafio de engajar a diretoria, treinar a equipe e abordar os associados de forma assertiva, despertando o desenvolvimento do território com o bem maior e mútuo, não só como desejo, mas sim, como necessidade de progresso, o que nosso querido Brasil precisa e merece.

Sejam sempre bem-vindos os líderes que inspiram a mudança transformadora de suas competências, com foco na formação de um time que pode deixar o seu legado de contribuição para um mundo melhor.

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