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Como a tecnologia ajuda na busca por vagas e candidatos

Como a tecnologia ajuda na busca por vagas e candidatos

Foi-se o tempo em que a procura por vagas era feita basicamente “batendo de porta em porta”, deixando currículos na recepção e torcendo para que algum profissional de RH tivesse a boa vontade de analisar suas qualificações. A tendência digital já chegou ao mundo das contratações há algum tempo, mas de uns anos para cá está mais forte do que nunca – e, com o desenvolvimento da inteligência artificial, deve crescer ainda mais.

É possível se candidatar a diversas vagas sem levantar da cadeira, contando com as facilidades oferecidas por sites especializados (como o Abler e o Vagas.com.br), aplicativos (como o SINE Vagas de Empregos e o Catho Empregos, ambos disponíveis tanto para iOS como para Android) e redes sociais (como o já consagrado LinkedIn e mesmo o Facebook).

As possibilidades, no fim das contas, são muitas, e tanto os candidatos como as próprias empresas se beneficiam com este cenário, se souberem aproveitá-lo corretamente.

Diferenciar-se é preciso

A facilidade de se candidatar, por exemplo, traz um desafio ao candidato: como se destacar em meio a tantos currículos? O que era difícil na época dos currículos impressos está ainda mais desafiador agora, quando bastam alguns cliques para entrar em um processo seletivo.

O primeiro cuidado a se tomar é o foco: da mesma forma que nem todo candidato corresponde às expectativas da empresa, nem toda empresa oferece os requisitos mínimos que o candidato procura – assim, vale a pena focar apenas em empresas nas quais você de fato gostaria de trabalhar. É pensando nisso que a Abler, por exemplo, filtra as vagas de acordo com as habilidades e personalidade de cada candidato, reduzindo as chances de um profissional criativo se candidatar a uma função extremamente burocrática, ou situações similares de incompatibilidade.

Outra precaução que ajuda candidatos (e empresas) é responder às oportunidades de maneira ágil. Por meio de alertas e notificações, você fica sabendo rapidamente sobre novas vagas, ou como está o processo seletivo, e já se prepara para a etapa seguinte. Perde-se menos tempo, e todos saem ganhando.

Em sites e redes sociais, as empresas conseguem mostrar seus valores, e o profissional pode conhecê-la melhor antes de se candidatar a uma vaga. Com expectativas mais realistas, as chances de haver grande compatibilidade aumentam. Isso vale também para as empresas, que podem ver o que o profissional torna público em seu perfil – daí a importância de se ter cautela com o que é divulgado, e de manter um perfil profissional sempre em ordem.

E por falar em perfil, uma prática que pode ajudar o candidato é entrar em contato com pessoas que trabalham na empresa em que você gostaria de trabalhar. No LinkedIn, é comum criar esse tipo de conexão, especialmente quando existem amigos em comum. Por meio de um networking feito honestamente (sem bajular nem forçar a barra), o candidato consegue se destacar em meio aos demais.

O fator humano

Mesmo aquelas empresas que apostam pesadamente no digital para elaborar seu processo seletivo em algum momento convidam o candidato para uma entrevista pessoal. Cabem, nesse momento, as recomendações já consagradas em relação à candidaturas a emprego: apresente-se bem, demonstre conhecimento sobre a vaga e sobre a empresa, seja cordial mas não perca a naturalidade... Existem empresas especializadas em preparar os candidatos, como a SV pra VC, e dependendo da situação pode ser interessante procurar esse tipo de serviço.

Em suma, as tecnologias digitais tendem a facilitar imensamente tanto as candidaturas quanto a busca por profissionais qualificados. Ao mesmo tempo, trazem o desafio de se destacar em meio a tantas pessoas, e o “fator humano” deve ser sempre levado em conta, especialmente no que diz respeito à entrevista de emprego.

Ficou com alguma dúvida? Gostaria de saber mais sobre o tema? Deixe um comentário!

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