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Futuro do Home Office pós pandemia

Futuro do Home Office pós pandemia

O surgimento do Covid-19, foi um acontecimento que causou mudanças e alterações em todo o mundo e com ele foram necessárias rápidas adaptações. De fato, o ano de 2020 não foi fácil para ninguém, tanto pessoas físicas como para o meio empresarial.

Não importa a área de segmento, de primeiro momento todos os mercados sentiram um

impacto, desde dona de casa que sentiu o preço do arroz subir, até o dono da fábrica de filtro secador ar condicionado que viu suas vendas despencarem.

O isolamento social, causado pela pandemia do novo coronavírus, promoveu uma série de impactos nas esferas sociais, alterando de forma brusca as interações, como estávamos acostumados.

Dessa forma, surgiu a necessidade de reformulações no mundo dos negócios, o home office, é um dos grandes exemplos disso. Apesar de ser uma prática utilizada antes do distanciamento social, essa forma de trabalho foi bastante impulsionada pela pandemia.

Muito tem se se questionado sobre o futuro do home office pós pandemia, no entanto, essa modalidade de trabalho possui uma série de vantagens ao empreendedor e tem se mostrado um método profissionalmente promissor. 

Pensando nisso trouxemos informações sobre o potencial do futuro do home office pós pandemia. Vamos lá?

O home office pode continuar?

Por parte das empresas, a probabilidade de que esse formato seja adotado continuamente é muito grande, afinal de contas, essa modalidade permitiu que os empreendedores pudessem reduzir custos, como:

  • Vale transporte;

  • Diminuição do consumo de água;

  • Consumo reduzido de energia elétrica;

  • Espaço físico para atender seus colaboradores e clientes, entre outros.

Para se ter uma ideia clara, muitas empresas que utilizavam serviços de locação de gerador de energia, para evitar multas por excesso de consumo, tiveram suas contas de energia diminuídas consideravelmente. 

Por parte dos trabalhadores a perspectiva é ainda maior, segundo uma pesquisa da Robert Half. Cerca de 86% dos profissionais entrevistados querem trabalhar em casa mais vezes após o fim da pandemia.

Flexibilização

Um levantamento feito, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostra qual a porcentagem, por setor, das empresas que adotaram o home office como prática, veja:

  • 80,4% das indústrias;

  • 68,6% das empresas prestadoras de Serviços;

  • 59,6% das empresas de construção;

  • 26,6% do comércio.

Desta forma, manter as atividades minimizando o máximo possível os efeitos da crise foi um ponto comum a todos.

A flexibilização é um dos diferenciais mais buscados com o home office, mesmo antes da pandemia, esta modalidade já era uma tendência como uma das principais formas de flexibilizar o trabalho com atividades pessoais. 

Por esse motivo, o mercado já tem enxergado e desenvolvido outras formas de trabalho menos rígidas. Pois, serão cada vez mais vistos como prioridade para os trabalhadores.

Ou até mesmo uma junção do home office com, semanas de trabalho compactadas, horários flexíveis, compartilhamento da função e agenda rotativa pode contribuir para a proteção da força de trabalho.

Movimentação do mercado

Claro, que o home office ainda não consegue atender completamente todos os segmentos de trabalhos operacionais, empresas de implantação de sistemas como equipamentos de combate a incêndio, por exemplo. 

Mas é possível sentir as mudanças que o mercado tem feito para se adaptar a essa realidade.

O marketing e a comunicação já têm sido adotados como primordiais em diversos empreendimentos e com o home office esses mecanismos tem se intensificado ainda mais.

Até o ramo imobiliário sentiu alguns efeitos, os consumidores desse segmento passaram a preferir casas e apartamentos com metragens maiores e espaços que pudessem ser transformados em escritório e áreas de trabalho.

Esse artigo foi escrito por Rafaela Ricardo, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

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