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O III Milênio e a pandemia como acelerador do futuro

O III Milênio e a pandemia como acelerador do futuro

Uma pandemia além de impactar nosso cotidiano, parece que veio também para acelerar os processos de desenvolvimento e de evolução humana. Estávamos vivendo a era da tecnologia em um momento que a inovação seria a mola propulsora para o futuro. 

A maioria de nós acreditava que a ciência e a tecnologia nos trariam todas as respostas para os nossos problemas e as nossas perguntas. Estávamos convencidos que deveriam os cientistas e técnicos com seus trabalhos, criarem o céu aqui na terra. 

Com advento da pandemia, percebemos que certezas são mínimas e incertezas são tantas, quantas as opiniões que recebemos a cada minuto. Entre inúmeras lições que a pandemia tem nos trazido, uma delas está na responsabilidade e no protagonismo de quem encontra soluções. Está a cada dia mais nítido que a ciência e a tecnologia não estão e nem acontecem num plano moral ou espiritual superior, muito acima de todas as outras atividades humanas, onde só os superdotados teriam acesso.

Mas sim, como sempre aconteceu na história da humanidade, as tecnologias são definidas, essencialmente, pelos nossos interesses econômicos, políticos e até religiosos. Assim, é importante salientar que os interesses são naturalmente superiores quando levam em conta a coletividade, prevalecendo sobre os interesses pessoais. 

Ora, mais do que nunca, com o efeito acelerador da pandemia, cabe a cada um de nós atentar para o que está mudando e perceber quais interesses estão prevalecendo. Está é a tarefa do associativismo e do cooperativismo que foi catalisado pela pandemia: observar, entender e acelerar nas mesmas velocidade as respostas a coletividade de forma a combater interesses pessoais e ou políticos.

É um novo tempo. É uma nova ordem. Este será o novo normal.

Gilmar Denck
Gerente Institucional da ACIPG

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