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Quais as qualidades de uma empresa inovadora?

Quais as qualidades de uma empresa inovadora?

Vivemos em um cenário macroeconômico com variáveis complexas e instáveis. Política conturbada, economia com altos e baixos, mudanças tecnológicas em ritmo frenético e consumidores com comportamentos difíceis de serem compreendidos através de análises muito simples.

Todo esse somatório de fatores exige das empresas e consequentes mercados nas quais elas estão inseridas soluções ágeis. Entre elas, desenvolver produtos e serviços adequados aos novos nichos e segmentos que vêm se formando.

A inovação tornou-se uma ferramenta poderosa para flexibilizar o organismo empresarial e capacitar as organizações a ganhar essa musculatura.

Em nosso artigo falaremos do que é a Gestão da Inovação, o que demonstra sua necessidade, como implantá-la em uma empresa, além de outros detalhes bastante importantes e pertinentes ao assunto.

O que é Gestão da Inovação

Se abrirmos um bom dicionário, o Michaelis da Língua Portuguesa, por exemplo, em sua versão eletrônica encontraremos a palavra “inovar” sendo explicada da seguinte forma:

  1. Ato ou efeito de inovar;
  2. Tudo que é novidade. Coisa nova;
  3. Introdução de palavra ou elemento ou construção nova em uma língua inexistente ou na língua mãe

A não ser pelo terceiro significado, que é relativo à Linguística, nos outros dois se pode perceber a partir desses conceitos a necessidade de desenhar caminhos diferentes ou paralelos, assim como estratégias para tal, comparados aos tradicionais, para que se atinjam determinados objetivos, ou como foi bem definido em um deles, uma “coisa nova”.

E quanto ao conceito de gestão, podemos encontrar:

  1. Ato de gerir ou administrar;
  2. Período em que o político fica em seu mandato

Descartando-se o segundo significado, para nossos efeitos vamos destacar a palavra “administrar”. Poderíamos então, reunindo as duas definições dizer que a “Gestão da Inovação” é Administrar coisas novas?

Até certo ponto, sim. Porém, é óbvio que é algo mais profundo e mais detalhado por envolver alguns conceitos de natureza mais específica.

Gestão da Inovação, portanto, é o gerenciamento das novas ideias e também das inovações que surgem no ambiente da empresa. Trata-se de uma combinação entre o gerenciamento dos processos de inovação e do gerenciamento de mudanças.

Faz referências tanto ao produto, bem como a processos de negócios e também à inovação organizacional. A norma ISO TC 279 desenvolveu a série ISO 50500 que tem como tema exatamente a Gestão da Inovação.

Sua importância pode ser explicada por meio dos seguintes benefícios:

  1. Avaliar o potencial de uma ideia ou projeto surgido ou sugerido;
  2. Elencar quais adaptações precisam ser efetuadas para fins de adequação aos objetivos organizacionais;
  3. Verificar quais são as vantagens que ela pode proporcionar à empresa;
  4. Qual é o retorno que a empresa pode ter com a aplicação de novas ideias.

O processo em si, difícil, custoso e perigoso, vai exigir instrumentos que auxiliem os profissionais desde o momento de levantar ideias e soluções até o momento de processar e visualizar dados importantes que formatem um projeto de solução final.

Ferramentas comuns no dia a dia da gestão da inovação incluem:

  1. Brainstorming;
  2. Uso de protótipos;
  3. Gerenciamento do ciclo de vida do produto;
  4. Gestão de projetos;
  5. Planejamento da linha de produtos;
  6. Gestão do portfólio;
  7. Teoria da solução criativa de problemas;
  8. Processo de fase-porta;
  9. Ideação

Ao deparar-se com tais soluções os gestores facilmente podem cair na tentação de adotar a todas elas, no afã de que pareçam detentores de um arsenal completo que seja útil para todas as situações. Não é bem assim. Aqui entramos com o velho clichê: cada caso é, realmente, um caso.

É importante conhecer as características de cada ferramenta ou técnica, estar consciente dos benefícios que ela pode trazer aos gestores no apoio a sua tomada de decisão, assim como suas limitações para os problemas em questão.

Sinais de que sua empresa precisa inovar

O estilo de gestão, como já mencionamos, afeta diretamente o processo de inovação de uma companhia. Então, de acordo com o nível de abertura concedido, escolha ferramentas para monitorar a necessidade de processos inovadores do negócio.

Tais ferramentas, que podem ser ou não formais, vão indicar o grau de necessidade de inovação, demonstrando sinais de que o processo precisa ser levado adiante. Alguns deles encontram-se explicados em seguida:

Dificuldade em atrair novos talentos

Um dos indicadores mais seguros de que os profissionais que possuem excelente qualificação preferem algumas empresas e não outras têm a ver com o grau de inovação que essas instituições têm a lhes oferecer. Principalmente aqueles que pertençam à Geração X, os Millenials.

Isso pode ser explicado pelo fato de profissionais dessa geração e/ou com esse perfil terem uma ideia já concebida de que empresas que cultivem o valor da inovação em seu dia a dia podem lhes oferecer um ambiente mais propício à produção de ideias e mais oportunidades, características que por si só, já as tornam mais atrativas.

Além desse poder de atração, as empresas que gerenciam políticas de gestão de inovação possuem uma facilidade consideravelmente maior, exatamente para modificar e desenvolver novos processos de recrutamento e seleção que sejam mais eficientes no momento de buscar esses profissionais.

Pressão por parte da alta administração

Muito provavelmente não exista um sinal mais evidente do que esse. A partir do momento que o/a CEO de uma empresa ou algum de seus executivos principais manifeste a necessidade da inovação, é porque ela é real.

Por ocuparem posições que demandem uma visão estratégica apurada e conhecimento a respeito dos cenários macroeconômicos suas declarações devem ser imediatamente transformadas em ações, pois o explicitar de tal necessidade muda o foco de uma possibilidade de inovação para qual curso se deve tomar, e não se deve pensar em inovar.

Concorrência roubando share de mercado

Outra ocorrência que eleva o sinal amarelo de urgência da empresa a níveis bem ofuscantes. A partir do momento em que os concorrentes aumentam suas participações de mercado ou até mesmo superam a de sua empresa há uma enorme probabilidade de que ela só obteve tais resultados por haver feito investimentos em inovação.

A criação de vantagens competitivas que agreguem valor aos produtos e serviços de uma organização normalmente tem suas raízes ao se inovar produtos, processos, serviços ou até mesmo o foco da empresa.

Ao se renovar, ou inovar, a empresa transmite ao mercado, bem como a toda a cadeia de valor, uma mensagem que atrairá novos investidores, clientes e/ou fornecedores que acreditarão em suas novas propostas e buscarão firmar parcerias dentro da filosofia de ganhos para todas as partes envolvidas.

Mudanças quanto aos clientes

Se existe alguém no mundo dos negócios que jamais permanece o mesmo, esse é o cliente. Em pleno 2019 o indivíduo inserido no contexto das redes sociais e da alta tecnologia é um ser cujas ideias, expectativas e comportamentos são tão estáveis quanto um copo d´água na mão de alguém em um ônibus lotado...

Naturalmente tamanha volatilidade se refletirá em seus hábitos de compra. Assim, para que sua carteira não diminua é vital que a inovação permeie todas as atividades que estejam direta ou indiretamente ligadas aos seus clientes finais, a fim de desenvolver produtos e serviços que reflitam verdadeiramente suas expectativas de satisfação de suas necessidades.

Novas tecnologias capazes de mudar o segmento

O altíssimo desenvolvimento tecnológico das últimas décadas impactou os indicadores de desempenho de tal maneira que não se limitou apenas a mudanças em processos de fabricação ou de logística.

Se citarmos o negócio de entretenimento, como exemplo, podemos perceber o impacto no mercado de televisão paga tomado pelo serviço de streaming. Esse tipo de lazer permite acessar filmes, seriados, documentários, animações e outros no momento em que as pessoas desejam, onde queiram e com várias possibilidades de acesso às empresas de TV por assinatura. Quando os clientes começaram a consumir essa nova forma de diversão acionaram seus melhores cérebros inovadores para gerar soluções que pudessem competir com seus novos concorrentes.

Como aplicar a Gestão da Inovação nas empresas

Muito se fala, se discute e se vende a respeito de inovação no mundo corporativo. Frases de efeito são criadas. Bordões de “gurus” do management são levados à condição de mantras e logo transformados em caros pacotes de consultorias contratadas ou filosofias adotadas por organizações ávidas por tornarem-se inovadoras porque querem lançar algo novo. Simplesmente isso. E o pior: geralmente não funcionam. Por quê?

Primeiramente, seja qual for a empresa, de qualquer porte antes de pensar em ter suas próprias características, ou como já se tornou costume dizer, seu DNA, deve pensar em traçar um caminho para isso.

Incluir a inovação na estratégia empresarial: Ela deve definir e estabelecer a sua estratégia. Poderíamos dizer que tudo começa por aí. As raízes da aplicação de qualquer processo. E quanto ao processo de inovação não é diferente.

Estabeleça a Gestão: Como mencionamos no tópico “O que é a Gestão da Inovação”, a inclusão no organograma da empresa de um departamento voltado exclusivamente para esse intuito é importante por transmitir segurança, profissionalismo e iniciativa para todos os stakeholders que compõe os públicos da empresa. Princípios, linhas de ação, metas e objetivos ao tornarem-se parte do cotidiano dessa área transforma-se também em um pilar fundamental para aplicar a filosofia de inovação em qualquer companhia.

Criar uma cultura de inovação: É de suma importância que os gestores, direcionados pela estratégia, trabalhem junto a suas equipes a cultura da inovação. Para ser bem sucedido quanto a esse objetivo há várias ações que são extremamente produtivas para que, pouco a pouco, os membros das equipes “comprem” e incorporem em sua dinâmica de trabalho esse valor.

Estimule a participação de todos os membros da equipe na geração de novas ideias e soluções: Como mencionamos nesse mesmo artigo em um tópico anterior, profissionais bem qualificados são atraídos por ambientes que permitam e estimulem a prática de buscar soluções inovadoras. A filosofia do “pensar fora da caixa” apenas deixará de ser uma moda, quando seu exercício se traduzir em atenção, aceitação e ponderação por parte dos gestores quanto às iniciativas dos membros de sua equipe no tocante ao fornecimento de alternativas para os problemas vivenciados na busca de soluções. Caso contrário, é apenas moda mesmo.

Algumas empresas apresentaram resultados extremamente positivos ao executar essa prática que pode variar bastante. Seja através de simples reuniões de brainstorming, passando por políticas que premiem ideias que geraram resultados positivos ou concursos que envolvam direta e genuinamente os profissionais na procura por soluções. Elogios públicos nas intranets ou jornais das empresas também geram resultados positivos. O mais importante é reconhecer o esforço das pessoas empenhadas nessa função.

Definição de investimentos em Pesquisa & Desenvolvimento: Ao se tratar de uma empresa que atue no mercado de bens físicos a pré-existência de um orçamento de P & D configura-se em uma das medidas mais importantes para a aplicação de uma Gestão da Inovação.

A existência do mesmo transmite confiança e tranquilidade aos profissionais envolvidos na área e acena positivamente para os clientes, fornecedores, investidores e todos os demais públicos da cadeia de valor que a organização enxerga de maneira profissional a questão concernente à inovação e adota uma postura pró-ativa para enfrentar a mesma.

Mas, é necessário ter muita prudência quanto a esse passo! Cifras generosas em P & D não são o fator preponderante e principal para que o “sangue inovador” pulse nas artérias de qualquer organização. Pesquisas comprovam que empresas que realizaram investimentos vultosos não obtiveram os mesmos resultados em criar produtos inovadores do que aquelas que investiram menos. É importante entender que, por trás de cada centavo investido, deve haver uma cultura e um engajamento que possa realmente transformá-la em uma solução inovadora.

Concentre seus esforços de inovação nas coisas que você já faz: Creio que todos nós já ouvimos aquela frase: “Vamos fazer o básico”. Porém, qual a probabilidade de que isso aconteça quando o assunto se trata de inovação? Infelizmente as observações e números demonstram que menos do que seriam conveniente e sadio para o mercado e as empresas...

Mas, qual seria o “básico” nesse processo? E-S-T-R-A-T-É-G-I-A. Foi o primeiro ponto a respeito do qual falamos. Aquele que define todos os caminhos. Então, reinventar a roda não é fundamental para ser inovador. Fazer melhor o que a empresa já vem fazendo sim, a torna inovadora. Otimiza seus recursos logísticos, financeiros, humanos e intelectuais, motiva os profissionais a se superarem e ilumina um pouco mais o caminho nebuloso que a inovação é. Focar em novos mercados é assunto para outro contexto.

Melhore os processos: Muito do sucesso que será obtido concentra-se aqui. Apesar de estarmos tratando de inovação, ela só será praticada se as rotinas diárias do trabalho forem balizadas por processos que permitam que todas as tarefas necessárias para sua consecução deixem-na fluir naturalmente, sem engessá-la.

A comunicação, por exemplo, é um deles. Existir canais que permitam a troca de ideias, o intercâmbio de informações e pesquisas, uma simplicidade hierárquica que fomente a sugestão de eventos e reuniões que apoiem o processo de inovação, o torna muito mais suscetível ao sucesso do que o contrário. Novamente a ideia do básico se faz presente.

Foco nas core competences da organização: É importante conectar as equipes a suas competências naturais. Esse é um pilar que está diretamente ligado ao foco na inovação daquilo que a empresa já está acostumada a fazer.

Naturalmente não existe qualquer impedimento quanto à maturação e melhoria das próprias competências. As benfeitorias nos produtos já comercializados exigirão por parte de seus responsáveis um conhecimento mais aprofundado e em sintonia não somente com os próprios produtos, bem como para com o mercado que o consome.

Como criar um comitê de avaliação

Em primeiro lugar é muito importante preocupar-se com um fator para a formação do comitê: variedade. Faz-se necessário e salutar que os componentes desse órgão sejam profissionais com formações e competências distintas, provenientes de várias áreas da empresa.

A importância de se ter essa característica é permitir que haja uma pluralidade, não somente de ideias, mas também de valores, habilidades, visões, processos de raciocínio e toda uma série de características que tornem a entidade útil ao propósito para o qual foi criada.

O potencial criativo dos integrantes também precisa ser alto e suas mentes abertas para processos de mudança. Motivação também é um requisito fundamental.

Seu objetivo é potencializar os resultados desejados e atingir as metas traçadas através dos processos criativos. Dentre suas tarefas podemos mencionar:

  1. Organização de sessões de brainstormings criativos;
  2. Definição de estratégias;
  3. Criação de novos projetos;
  4. Escolha e análise de metodologias;
  5. Uso dos recursos para viabilizar as ideias;
  6. Potencializar os resultados;
  7. Impulsionar o processo de inovação

A seleção dos membros desse comitê pode ser feita com o envio de propostas para grupos de profissionais de diversos setores que formem a empresa. A medida em que ela der um feedback, inicie a formação.

Outra forma de fazê-la é consultar empresas que já passaram ou vêm passando pelo mesmo processo de seleção, criação e implantação de seus comitês como forma de realizar benchmarking. Essa solução, aliás, traz certa segurança à empresa que pretende fazê-lo, já que estará munida de informações ricas e fidedignas a respeito do processo de inovação. Através delas já haverá uma base para o início da implantação da Cultura de Inovação, sendo necessárias apenas as adaptações inerentes a qualquer processo de benchmarking.

O escopo de atuação do comitê, a princípio, não será definido pela resolução de problemas de uma área em especial, mas sim pela simples proposição de soluções inovadoras para problemas que venham comprometendo o desempenho da empresa.

Dessa forma situações que se caracterizem por obsolescência de produtos, gastos excessivos com material, queda na produtividade das vendas são todos alvos do papel a ser exercido pelo comitê. Não se deve jamais perder de vista que a Gestão da Inovação tem a ver tanto com produtos, bem como para com processos.

Naturalmente, a gestão da inovação e seu apoio pelo comitê devem zelar pela efetivação, manutenção e continuidade do processo. Investimentos em pesquisas, aquisição de técnicas e ferramentas, aperfeiçoamento em processos são funções e/ou rotinas que fazem parte de sua área de atuação.

Dentro de um cenário corporativo onde ainda não haja recursos suficientes para a implementação de uma área de Inovação o Comitê de Inovação é uma excelente alternativa. O trabalho colaborativo e os poucos recursos podem, sim, gerar excelentes ideias e transformá-las em soluções viáveis para a empresa.

Em muitas situações a criação de uma área específica para a inovação encontrará empecilhos corporativos, logísticos e financeiros. Porém, isso não significa que a empresa não tenha que ser inovadora ou tampouco possa ser.

Além do comitê, há consultorias especializadas que podem assessorar a companhia em momentos nos quais ela decida que a inovação precise ser efetuada.

Como ser uma empresa inovadora

1 - Seja eficiente

Dentro da Cultura de Inovação que deve ser implantada, um valor que deve constar é a tolerância zero quanto aos erros. Porém, calma! Não se deve conduzir o processo no sentido de não aceitar erros dos funcionários. Não é isso. De forma alguma.

Trata-se de, em todas as ações executadas pela empresa, após a obtenção dos resultados, buscar melhorá-los nas próximas vezes, evitando assim, imperfeições que possam ter impedido um melhor resultado.

2 - Seja produtivo

Alcançar um nível mais alto de produtividade pode não ser tão simples quanto se gostaria. Economias de escala não têm a ver com pegar o facão e fazer podas a torto e a direito.

Por mais tecnologia, recursos e dinheiro que a empresa possua, as pessoas são o elemento que irá realizar as tarefas. Dessa forma, conversar com elas a respeito de como um processo está sendo executado e maneiras pelas quais ele pode ser melhorado é um excelente caminho.

Lembre-se: Fazer novamente uma tarefa implica em um gasto totalmente desnecessário e não só em termos financeiros...

3 - Foco no cliente

Inovação, como já dissemos, é um terreno nebuloso. Não somente por sua complexidade, tampouco apenas por seu caráter abstrato. Mas, porque ela exerce um perigo muito grande que é a paixão por novas ideias.

Mas, o que há de errado nisso?

Tudo.

O fato de que a ideia, por mais mirabolante e inovadora que seja, será inútil se ela não agregar valor ao cliente. Centro do universo de qualquer negócio, de qualquer porte, em qualquer parte do planeta.

Pesquise bastante para sempre estar ciente das reais necessidades de seus clientes. A tecnologia oferece, sim, recursos que estabeleçam uma comunicação cada vez mais clara e honesta entre os mesmos e as empresas, proporcionando um retrato cada vez mais bem acabado de quais são os produtos “ideais” para solucionar suas necessidades.

Então, não se apaixone por uma ideia. Apaixone-se pela ideia que irá tornar seus clientes felizes.

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Mário José Martins
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Bacharel em Administração pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU-MG) e tenho um MBA Executivo em Marketing pela FGV. Tenho 25 anos de experiência profissional divididos em três campos de atividades: Educação, Serviços Linguísticos e Marketing.

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