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Qual o impacto da inteligência emocional no mercado de trabalho?

Qual o impacto da inteligência emocional no mercado de trabalho?

 

Hoje se fala muito em inteligência emocional e em tempos de adversidades como estamos vivendo, essas competências são ainda mais exigidas das pessoas, líderes, empreendedores.

Há poucas décadas se dizia que as pessoas tinham personalidade forte, temperamento difícil, não leva desaforo para casa, aqui, a lista é grande de comportamentos que hoje não são bem vistos no ambiente de trabalho, porém, as habilidades e ou competências ligadas ao relacionamento entre as pessoas, como a cooperação, empatia, liderança, motivação, trabalho em equipe, são muito valorizadas.

 A partir da década de 1990, Daniel Golemam cunhou o termo Inteligência Emocional, o termo se popularizou com o livro do autor de mesmo nome “Inteligência Emocional”, que por sinal, trata de forma brilhante dessas habilidades e competências.

Desde então passou a conhecer e compreender melhor essas habilidades, esse talento humano. As descobertas nessa área têm mostrado que, a inteligência emocional, se revelou um elemento mais importante do que o QI, para proporcionar desempenho diferenciado dos líderes e empresários no seu ambiente de trabalho.

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Quando falamos em Inteligência Emocional, estamos falando da gestão de como administrar os nossos sentimentos mais básicos e autênticos, (sentimentos de alegria, raiva, medo, tristeza), e de como reagimos diante da interação com outras pessoas, clientes, equipe, liderados etc. externando esses sentimentos de maneira adequada ou não e o quanto esse comportamento vai impactar no resultado desse relacionamento com as pessoas ou empresas.

Segundo David McClelland, em sua monografia de 1973, Testando Competência em vez de Inteligência.

"McClelland sustentou que os conceitos tradicionais de habilitação acadêmica, notas escolares e credenciais avançadas, simplesmente, não eram capazes de predizer o desempenho profissional de ninguém e nem mesmo se uma pessoa iria ou não vencer na vida. Em lugar disso, propôs a tese segundo a qual um conjunto de tipos específicos de competência, incluindo empatia, autodisciplina e iniciativa, distinguiria os mais bem-sucedidos daqueles que eram bons apenas para manterem seus empregos”.

Universidades americanas realizaram testes de QI correlacionados com o êxito que as pessoas alcançam em suas carreiras, a estimativa mais alta de quanto isso se deve ao QI, é de cerca de 25%. Entretanto, uma análise cuidadosa indica que a cifra mais precisa pode não ser superior a 10%, e que talvez fique em apenas 4%.

Assim, até certo ponto a experiência e o conhecimento especializado, tal como o QI, têm importância, mas é preciso muito mais, quando se trata de excelência. Doug Lennick, vice-presidente executivo da American Express Financial Advisors, comentou “as aptidões necessárias para se ter êxito começam com a força intelectual, mas as pessoas também precisam de competência emocional para concretizar todo o potencial de seu talento. A razão pela qual não obtemos a utilização do pleno potencial das pessoas é a incompetência emocional”.

Com isso podemos observar que alguns tipos de competências são puramente cognitivos, tais como, o raciocínio analítico ou a perícia técnica. Outros combinam pensamento e sentimento, e a esses chamamos, competências emocionais.

As Competências emocionais, são capacidades que podem ser adquiridas, baseada na inteligência emocional, que resulta num desempenho destacado no trabalho e em resultado para a empresa.

Como vimos desenvolver as competências emocionais, afetam diretamente o resultado da equipe na empresa, seja ela micro, pequena ou de grande porte.

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Nossa inteligência emocional determina nosso potencial para aprender as habilidades práticas que estão baseadas em cinco elementos. Que são:

  • Autopercepção;
  • Motivação;
  • Auto-regulação;
  • Empatia;
  • Aptidão natural para os relacionamentos.

Fiquem ligados no próximo post vou trazer um quadro que esclarece cada um desses cinco elementos, para contribuir com o desenvolvimento ou ampliar as suas competências emocionais.

Valdir Vergilio Madeira                                                                                                          Consultor de Negócios, Coach e Mentor.

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