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STARTUPS e ÉTICA: O humano e o artificial

STARTUPS e ÉTICA: O humano e o artificial

No mundo da globalização tecnológica, cada vez mais as atividades dos startups são geradoras de importantes negócios que atraem a jovens, executivos e empreendedores em forma crescente. Observamos que inicialmente, estes empreendedores visualizam a procura de uma solução “tecnológica” de alto impacto que vai facilitar a vida dos consumidores, locais, regionais e globais.  As APs apresentam importantes avanços na satisfação dos clientes potenciais, pois vão permitir otimizar o ativo mais precioso: o tempo.  

As Startups são criadas, normalmente num primeiro momento, num ambiente informal, onde o que une é a identificação tecnológica e a visão de ser um caminho curto, rápido, mas também de alto risco, de ‘’ficar rico”, faz a alto nível de crescimento escalar deste tipo de empreendimento.

No entanto o risco esta no ambiente competitivo global, nas soluções tecnológicas que, segundo a segundo, surgem a uma velocidade inigualável com qualquer período da história.

A procura de investimento para alavancar as soluções criativas se transforma no único e obsessivo objetivo  a ser alcançado. No entanto, a mística  que une os fundadores da Sstartups começa a ser destruído pela obsessão  de alavancar investimento a ‘’qualquer custo’’.

O tema da ética nas relações dos empreendedores, a ética na obtenção dos investimentos, a ética no ambiente competitivo, a ética na relações com os clientes, fornecedores, etc. não existe como temática dentro da empresa, nem também, nos múltiplos eventos que se realizam diariamente no mundo.

Quando participo destes eventos e faço esta pergunta para os palestrantes, normalmente, não sabem responder, pois não é um tema que seja atrativo para a platéia nem para eles. Quando respondem entregam a solução para o compliance como solução.

Mas a solução não esta nesse caminho. Pois, as Startups quase não pensam em compliance dentro do projeto de fundação. Uma demonstração desta tese, esta na falta do debate sobre a ética nos negócios de Startups, o que resulta numa das principais  causais da ‘’morte’’ de Startups:  a ‘’briga’’ entre os sócios fundadores’’.

A  solução não esta  no documento que formaliza as obrigações e responsabilidades  legais dos sócios, senão que a ‘’causa mortis’’ pode ser pela não inclusão da ética como um parâmetro  permanente nas relações entre os sócios, concorrentes, fornecedores e clientes. A falta de ética neste fantástico motor  do desenvolvimento tecnológico global pode ser, também, uma força que esta surgindo na contramão, o qual pode levar que, as sociedades cheguem a um ponto, onde as forças destrutivas superem as forças construtivas, onde a inteligência artificial seja parte de homens artificiais, onde o ‘’humano’’ seja substituído, não só por maquinas, senão por um ‘’artificialismo humano’’.

O coração humano não vai parar como comentam os cardiologistas na hora da morte, pois não haverá coração, senão um ‘’ente tecnológico’’.

Será que é isto o que buscamos? Ainda é tempo para reagir.

A ÉTICA NÃO TEM FIM.

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