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X, Y, Z – como as diferentes gerações podem trazer vantagens ao negócio

X, Y, Z – como as diferentes gerações podem trazer vantagens ao negócio

As diferentes gerações se comportam de modo desigual no trabalho, tendo características próprias de seu tempo. Muitas vezes, isso pode gerar conflitos e muitos problemas de comunicação dentro da empresa, dificultando, assim, o relacionamento no ambiente corporativo.

Entender essas situações e saber mediá-las se tornou uma tarefa indispensável, tendo em vista que um elenco composto por colaboradores de idades distintas é uma grande vantagem competitiva para a organização.

Cada geração tem características próprias. Na maioria das vezes, elas são o oposto da geração anterior. Além disso, cada uma tem seus defeitos e problemas, que impactam em sua rotina de trabalho na empresa.

Porém, quando adaptadas, criam um equilíbrio fundamental para o funcionamento de uma equipe, pois uma geração apresenta qualidades que compensam os problemas da outra. Por exemplo, quando a capacidade de trabalho em equipe de gerações mais antigas ajuda a captar toda energia e inovação de um jovem mais introvertido.

Para mediar conflitos e explorar as vantagens de um elenco de gerações diversas é preciso conhecer cada uma e saber explorar o potencial que oferecem. Para isso, preparamos um artigo completo, com tudo que você deve saber sobre o assunto. Continue a leitura e entenda!

Conheça as diferentes gerações

O conflito de pensamentos acontece no mercado de trabalho há muito tempo. A questão é que os gestores enxergam esses eventos como um mal necessário. De certa forma, a mistura de colaboradores com idades desiguais pode ser uma grande vantagem aos negócios.

O primeiro passo para transformar esse embate em uma cultura positiva e benéfica para a rotina da organização é compreender quem são as gerações. Apenas desse modo é possível quebrar a visão predefinida sobre elas e lidar do modo correto com todas.

Baby Boomers

Essa é a denominação é dada para os profissionais que nasceram entre as décadas de 40 e 50. Essas pessoas se desenvolveram em um mundo pós Segunda Guerra Mundial, em um período onde houve um boom populacional, com alta taxa de natalidade.

Uma das características mais importantes sobre eles é que são obstinados com trabalho. Além disso, os Boomers se comportam de maneira altamente fiel à organização. Costumam ter bastante disciplina, ainda que façam muitos contestamentos. Porém não têm tendência a serem ambiciosos e ousados.

As pessoas dessa geração relacionam o sucesso no trabalho a vínculos duradouros. Também respeitam com força as hierarquias e políticas definidas no ambiente de trabalho. A carreira é construída com base nesses princípios e depende deles para ser avaliada como bem-sucedida.

Geralmente, colocam o emprego acima de tudo, inclusive da vida familiar. Quando são líderes, incorporam um perfil bastante ligado com a justiça e a participação de todos nos consensos.

Geração X

Essa categoria diz respeito aos nascidos entre 60 e 70. Nessa época, iniciam os movimentos para mudanças sociais e, também, o desenvolvimento tecnológico. Assim, tem alta influência de um perfil questionador e que busca sempre condições mais humanas.

Nesses profissionais surge uma nova característica - típica da geração - que é a tentativa de equilibrar a vida pessoal e o trabalho, afinal, essas pessoas vivenciaram de perto a cultura do “Paz e Amor”. Na empresa, buscam constantemente por reconhecimento e demandam bastante feedback. São bem mais ambiciosos.

Pessoas da Geração X se relacionam muito bem com trabalho em equipe, mas tendem a questionar hierarquias. Em contrapartida com essa característica, são bastante independentes e irreverentes, atuando de maneira mais autodidata e autônoma que a geração anterior.

Geração Y

Aqueles que nasceram entre 80 e 90 são a Geração X, também conhecida como Millennials (geração do milênio).

O importante sobre eles é que cresceram em uma época de enormes avanços na tecnologia e em um mundo econômico bastante confortável. O grande volume de informações disponível com facilidade os tornou altamente informatizados, aprendendo muito rápido. Apesar disso, são ansiosos e buscam por mudanças rápidas de posição no emprego. Assim, têm grande atração por desafios que promovam a acelerada ascensão profissional. Por isso, um ponto incisivo ao se relacionar com os Millennials é a alta rotatividade.

A Geração Y tem como uma forte característica no ambiente de trabalho uma atitude que produz seu próprio conteúdo, ao invés de, apenas esperar tudo pronto.

Existem algumas características chave na Geração Y, em termos do que esperam e desejam de seu ambiente de trabalho. Entre elas, podemos citar:

  • Chefes que conheçam seus colaboradores;

  • Tratamento igualitário, com menos impacto da hierarquia;

  • Importância das experiências relacionadas à cultura;

  • Quer ter reconhecimento por seus talentos e, também, pelas habilidades;

  • Feedbacks rápidos, sem críticas;

  • Ser bem orientado, criando uma mão dupla para o aprendizado;

  • Flexibilidade nos horários;

Com base nesse panorama, podemos definir a Geração Y como impaciente, dinâmica, fiel unicamente a si própria, sempre em busca de informações e desejo por aprendizado em forma de network.

Geração Z

A Geração Z está chegando ao mercado de trabalho. Essa categoria se trata de pessoas que desconhecem um mundo sem internet. Sua característica mais forte no trabalho é seu senso de trabalho colaborativo (em contrapartida, são silenciosos, individualistas e multitarefas), aliada à criatividade. Além de se incomodarem com monotonia e serem muito antenados, também mudam de emprego com muita facilidade.

A maioria das pessoas dessa idade ainda não tem experiência no mercado de trabalho. Mas já ficam claros quais serão os seus desafios. Elas precisarão se adaptar para aprender a trabalhar em equipe e desenvolver bem a paciência.

Os jovens inseridos nessa geração também trazem características muito necessárias para as empresas, atualmente. Como reflexo de seu novo mundo, eles são questionadores, virtuosos, críticos, com enorme capacidade de aprendizagem, precoces e ecologicamente corretos.

Como vimos, as gerações são reflexos de suas épocas. É importante compreender que cada uma delas incorpora os movimentos e ferramentas com as quais foram criadas. Por isso, é fundamental ter a presença de todas elas ao compor o elenco da empresa.

Ao mesmo tempo em que é essencial manter as tradições e ter uma base experiente e dedicada, é preciso incorporar os jovens e suas novas virtudes, para que a organização se adapte à sua época. Não insistir nesse processo de mistura pode acarretar em uma instituição obsoleta e antiquada perante o mercado.

Saiba como podem surgir conflitos entre as gerações

Ficou claro que existem muitas diferenças na essência de cada geração. Cada uma é altamente influenciada por sua época e leva essas características para o ambiente de trabalho. Quando interagem, essas questões podem causar grandes conflitos.

Imagine um gestor Baby Boomer liderando uma equipe de estagiários da Geração Z. A estabilidade buscada por uma parte pode ser uma grande barreira, já que os mais novos anseiam por dinamismo e mudanças diversas.

O papel dos gestores é prever questões como essas, a fim de criar condições para que a equipe tenha um convívio harmonioso. Apenas dessa forma se aproveita as qualidades dos colaboradores de gerações díspares. Descobrindo quais são os problemas, o líder converte-os em possibilidade de estreitar os relacionamentos entre funcionários de diferentes idades.

É essencial entender o que você vai enfrentar ao lidar com uma equipe multigeracional. Por isso, para saber quais são as questões que podem surgir, fizemos uma lista de divergências que costumam acontecer nesse processo:

  • Descompreensão de perfil

A época agrega algumas características na personalidade das gerações. Quando isso não é entendido, podem surgir más interpretações acerca dos colegas, impactando negativamente no relacionamento entre colaboradores.

Por exemplo, a Geração Z é mais introspectiva e precisa de um convite mais formal para que participe e se envolva. Os outros funcionários, por exemplo, os Millenials - altamente comunicativos - podem interpretar essas ações como desinteresse ou falta de vontade.

Logo, o estagiário ou aprendiz da Geração Z passa a ser mal interpretado.

Existe também o outro lado, no qual trabalhadores mais estáveis são vistos como antiquados e com opiniões ultrapassadas. No entanto, os mais velhos têm um papel importante para solidificar a cultura da empresa, fazer valer as políticas internas e manter processos chave da organização.

  • Conflito de ferramentas

As diferentes gerações acompanharam o desenvolvimento da tecnologia. A última, por exemplo, nasceu em uma época na qual não conseguem imaginar o mundo sem algumas ferramentas digitais.

Então, para algumas pessoas, o uso do celular ou de plataformas digitais é essencial para fazer o trabalho fluir. Para outras, é altamente desrespeitoso usar algumas dessas tecnologias no ambiente de trabalho.

Enquanto isso, os mais novos podem achar uma grande perda de tempo e ficar irritados em ter de comparecer em reuniões presenciais, mesmo com tantas opções para fazer isso remotamente. Mas, para outras gerações, estar presente e olhar nos olhos de todo o time não pode ser substituído.

  • Gestão conservadora

Uma ocorrência comum são os gestores mais velhos pertencerem à Geração Baby Boomer. Geralmente, eles gostam de estabilidade e têm dificuldades para incorporar mudanças. Quando cuidam de equipes mais novas, inúmeros conflitos podem aparecer.

Parte do time vê o comando como ultrapassado. Enquanto isso, a gestão acha que sua equipe tem muitas ideias e nenhum foco para executá-las, quando observa diversas sugestões de mudanças, mas sem disposição dos mais novos para encarar o tempo necessário. Isso pode gerar frustração para ambas as partes e diminuir o entusiasmo e engajamento na empresa.

Outro erro pertinente em uma gestão conservadora é valorizar apenas um tipo de perfil de funcionário. Porém, a verdade é que todas as gerações têm qualidades e defeitos. É tarefa do líder reconhecer isso, para colher o melhor de cada um e explorar essas vantagens a favor dos negócios.

  • Gerência vanguardista

Quando, pelo contrário, a empresa busca por gerentes mais novos, para dar mais dinamismo ao liderar o time, problemas também podem acontecer. Nesse caso, a equipe também conta com pessoas de gerações mais velhas.

Para esses, aceitar uma liderança tão nova pode ser uma dificuldade. Afinal, veem com maus olhos as gerações mais novas e podem se incomodar com a inserção de muitas mudanças, em períodos muito curtos. Além disso, acreditam na lealdade à empresa, podendo ficar insatisfeitos com uma pessoa de pouco tempo de dedicação ao negócio no comando.

Outra dificuldade de lideranças mais jovens é a dificuldade de manter o foco. A vontade de abraçar a tudo e a todos pode levar a uma gerência sem rumo. Como o papel do líder é conduzir todos pelo melhor caminho, também deve saber qual é o resultado pretendido com a caminhada.

Como contornar as hostilidades no ambiente profissional

É parte do trabalho de um gestor administrar os conflitos para que eles não interfiram no trabalho em equipe. Apenas aplicando recursos para entrosar as diferentes gerações é possível conseguir um ambiente harmonioso e propício para o ambiente de trabalho.

Vale ressaltar que essa miscigenação de idade é cada vez mais comum em empresas e precisa ser gerida com responsabilidade, para colher os melhores frutos. Existem maneiras de conduzir o time, para que o melhor de cada geração seja aproveitado em benefício dos negócios. Algumas dicas podem ajudar:

1 - Conheça cada geração mais a fundo

A verdade é que é muito difícil entender algo que você ainda não conhece. Se não sabe as principais características de cada geração, pode cometer equívocos e tomar atitudes que acabam sendo mais prejudiciais que proveitosas.

Por exemplo, a Geração Z é mais antissocial que as demais. Para quebrar esse gelo, é preciso respeitar tal característica. Agir de maneira agressiva e com cobranças imediatas com certeza vai incomodar seu talento, que tem muita facilidade para trocar de emprego quanto se sente pressionado.

Então, para ser o elo que une seu time, é fundamental entender como cada um deles pensa e porque isso acontece. Portanto, estude a fundo todas as gerações e compreenda as pessoas pertencentes a elas se situam na sua empresa. Esse é o ponto de partida para evitar uma equipe conturbada.

2 - Desenvolva a empatia

Quando tratamos de mundos tão distintos, poder se colocar no lugar do outro e entender porque ele pensa daquela forma é fundamental. Sendo assim, a empatia é necessária para amenizar julgamentos e conseguir um bom contato.

O exemplo deve partir do líder, que compreende a todos e mostra para a equipe que todas as gerações podem expressar sua voz, de maneiras distintas, mas ainda assim, serão respeitadas e ouvidas.

Para proporcionar esse sentimento de compreensão na equipe, também, proporcione a todos os envolvidos, o conhecimento sobre as desigualdades das gerações. Assim, passam a entender que, cada pessoa age de determinada maneira e, assim, podem desenvolver atitudes mais pacientes.

Outra alternativa é colocar em prática dinâmicas de entrosamento entre pessoas de idade bem diferentes. Com a ajuda de um gestor de Recursos Humanos, é possível inserir elementos que aflorem a empatia dos participantes.

3 - Combine diferenças

As distinções entre as gerações parece ser o principal problema, funcionando como o motor para a maioria dos conflitos. Mas é preciso pensar fora da caixa para resolver essas questões, usando as dificuldades como oportunidade.

Embora controverso, uma maneira altamente eficaz de conciliar gerações é combinando as duplas mais divergentes. Por exemplo, um colaborador muito novo, que propõe muitas mudanças, com um mais velho, bastante conservador.

Um modo de fazer isso é inserindo estagiários nos departamentos mais antiquados e cobrando projetos desenvolvidos em equipe.

Nesse caso, a grande criatividade dos estagiários pode ser equilibrada pelos pés no chão dos colaboradores Baby Boomers, que sabem como direcionar as ações.

Descubra porque aproveitar as desigualdades das gerações nos negócios

Embora possam existir conflitos entre gerações, ajustar esses perfis diferenciados é altamente benéfico para os negócios. Saber explorar e combinar equipes com colaboradores de diferentes idades proporciona resultados mais complexos e bem trabalhados.

A combinação agrega, positivamente, na rotina da empresa e vários pontos são favorecidos pela prática, trazendo vantagens aos negócios, como por exemplo:

  • Ter o melhor de cada geração

Cada profissisonal oferece seus desafios, tem suas características marcantes, defeitos e qualidades. Todos esses pontos são importantes ao construir o dia a dia de uma organização. Harmonizando os fatores chave de cada colaborador, existe possibilidade de alcançar resultados melhores.

As qualidades de uma geração são uma forma orgânica de controlar e amenizar os defeitos de outra. Por exemplo, quando uma equipe tem a introspecção de um garoto da geração Z, um funcionário da Geração Y, que valoriza a colaboração, pode desenvolver a comunicação do garoto com mais naturalidade.

Outro ponto é que é fundamental equilibrar o desenvolvimento e a inovação com o zelo por certas políticas estabelecidas. Apenas assim existe um crescimento coerente, mas contínuo. Então, apenas funcionários que gostam de regras bem estabelecidas e tradicionais não são suficientes. Combinando isso com a vontade de mudança das outras gerações, o medo de arriscar é diminuído, sem, no entanto, ser imprudente.

  • Inovar sem se perder

Uma característica, tanto dos Millennials, quanto da Geração Z, é a ansiedade. Como são multitarefas, antenados e inconformados com processos monótonos, querem e propõem mudanças contínuas, exigindo dinamismo.

Porém, em meio a tantas ideias, elas se perdem. Muitas vezes, embora exista um fluxo de propostas muito grande, nenhuma chega a ser colocada em prática. A dificuldade para ir até o final é uma característica marcante nos mais novos.

Os mais antigos, por outro lado, são mais ligados com a prática. Entendem a importância de se dedicar a um foco e ficar fiel a ele até finalizar a tarefa. Quando tal perseverança é combinada com novos projetos, a inovação é colocada em execução.

O positivo para o negócio é conseguir se modernizar e manter competitivo, aprimorando serviços, produtos e a rotina interna, sem se tornar uma organização desestruturada, incompleta e volátil.

  • Ter o profissional ideal para cada trabalho

As áreas da sua empresa são como um organismo vivo. Cada uma precisa de um combustível específico para desenvolver seu máximo potencial. Por exemplo, o setor de Recursos Humanos deve saber se comunicar com todos, enxergar as melhores características de cada um, mas ao mesmo tempo ser sério e contínuo quanto aos pagamentos, sigilo de informações e cumprimento das leis trabalhistas.

Porém, quando falamos de uma área mais inovadora, como o marketing, querer sempre aprender e incorporar novas tendências é essencial. Apenas desse modo a empresa consegue acompanhar e se infiltrar nos novos mercados. Um colaborador altamente inventivo e dinâmico é requerido.

Uma equipe unigeracional não possibilita selecionar a pessoa com características de idade mais adequadas para cada área. Por exemplo, Baby Boomers podem perfeitamente realizar um excelente trabalho no marketing, assim como os Millenials estão aptos a assumirem o setor de RH. Dessa forma, o negócio garante que vai fazer a escolha certa para impulsionar seus departamentos.

  • Aproximação de todos os públicos

Um estabelecimento sempre quer alcançar diversos públicos e não limitar o seu nicho. Porém, para isso, é preciso atender as necessidades das diferentes idades de compradores, conhecendo seus problemas e vontades.

Quando se mantém uma equipe composta por membros de diferentes gerações, é possível encontrar uma fonte de consulta direta. Afinal, todo o time pode contribuir com diferentes vivências de época e idade para a construção de uma campanha. Logo, se tem uma oportunidade maior de suprir as demandas de cada mercado. Assim, há um amplo suporte para acertar ao lançar novos produtos e serviços. Os próprios participantes do projeto colocaram sua experiência e opinião pessoal no desenvolvimento, incorporando, assim, questões importantes para todas as faixas etárias.

Uma empresa equilibrada conta com diferentes gerações atuando no negócio. Esse fator acontece, pois, para se adaptar aos novos tempos e ao dinamismo do mercado, as organizações precisam cada vez mais agregar colaboradores que estão inseridos e compreendem o mundo dos novos consumidores. Isso promove renovação contínua de ideias e visões.

No entanto, mesmo com a mudança do perfil dos profissionais, existem aqueles colaboradores fiéis, que estão há tempos trabalhando para o negócio e o conhecem como a palma das mãos. Portanto, o sucesso depende de explorar a energia e inovação dos mais jovens, sendo guiada pelo trabalho duro e experiência dos mais velhos.

Nesse cenário, o líder deve compreender seus funcionários. Apenas desse modo, conhecer quais são os pontos fracos de cada geração, que precisa ser bem conduzido, para que o colaborador evolua na empresa. Saber que algumas características dos trabalhadores vem de seu tempo é essencial para não interpretar mal e equipe e saber em quais pontos tocar com cada um.

A partir daí, as distintas gerações agregam com suas novas habilidades quando trabalham em conjunto. Administrando os possíveis conflitos, os gestores conseguem uma equipe fiel, comunicativa e cheia de energia para inovar. Vale a pena incorporar essas diferenças no time da empresa, usando cada característica como uma oportunidade de agregar mais competência ao capital humano corporativo.

E você, qual acha que é o principal desafio de uma equipe composta por diferentes gerações? Como acha que colaboradores de idades desiguais podem ser vantajosos para a empresa? Comente conosco sua opinião e faça parte de uma comunidade voltada para melhorar o dia dia dos negócios!

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