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"O Advogado e a Empresa" por Marcelo Campelo

Meu Amigo Advogado

            Ser empresário no Brasil é uma profissão para herói. Empreender, gerar riqueza, empregos, enfim, fazer a economia girar, buscar uma meta de prosperidade através de um negócio, somente os corajosos podem realizar.

            Nosso querido Brasil não é nem um pouco amigável com os empreendedores, para se abrir uma empresa se deve enfrentar uma burocracia imensa, depois, durante a operação, uma grande carga tributária, encargos trabalhistas e outras taxas de operação, além dos bancos com seus contratos complexos e juros aviltantes. Todos esses custos precisam caber no orçamento.

            Existem conhecimentos que demanda expertise, como qual o regime tributário que utilizo para abrir a minha empresa? Qual a alíquota que incide na operação? Riscos e benefícios de ter um sócio? Quanto empregados posso ter? Que espécies de licenças preciso para meu negócio? Esses exemplos são algumas perguntas que o empreendedor precisa responder para abrir a sua empresa e o advogado pode ajudar muito a respondê-las.

            Quando a empresa cresce, os problemas não diminuem, na minha opinião aumentam, pois as relações empresariais se tornam mais complexas, os valores do fluxo de caixa são maiores e o risco aumenta. As negociações geram documentos mais sofisticados que o empresário desconhece, por isso da presença do amigo advogado será por mais uma vez importante.

            Quanto mais cedo uma empresa se adapta a ter um departamento jurídico, mesmo sendo um advogado que responda a questões específicas, menor será o risco enfrentado durante o seu crescimento. E, o profissional da área jurídica, desde o princípio conhecerá as nuances do negócio para melhor aconselhar.

            O advogado deixou de ser aquele profissional procurado apenas para apagar os incêndios. Hoje em dia, ele deve e precisa estar presente nas principais decisões do negócio, inclusive no seu início. Aquele empreendedor, que não se aconselhar com um profissional da área jurídica acaba por aumentar o seu risco, por exemplo, na assinatura de um contrato bancário, na análise de garantias, o causídico saberá sugerir uma garantir que menos danos cause na possibilidade de não pagamento.

            Assim, a postura de ligação com um profissional da área jurídica desde a formação do negócio só ajuda e melhora na amenização de riscos.

           

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Comunidade Sebrae
Marcos Alves Góes
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Consultor Credenciado Sebrae Paraná

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