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Qual o “novo normal” para as escolas e professores?

Qual o “novo normal” para as escolas e professores?

Muito tem se falado sobre como seria o “novo normal”, em um mundo após a pandemia.
Hoje, em pleno olho do furacão, parece um pouco distante pensar nisso, mas quero convidar vocês a fazer uma reflexão: como será esse “novo normal” para os professores?
Quando pensamos em supermercados, aeroportos e lojas, é fácil ter um vislumbre desse futuro: estações de higienização, protocolos de limpeza mais rígidos e preocupação com a saúde. Para os professores, a coisa vai um pouco além disso.
Meu primeiro pensamento é sobre o ensino a distância. Nos últimos meses, acompanhamos a adoção dessa metodologia em diversas escolas e universidades, mas com graus diferentes de sucesso. Quanto dessa modalidade de ensino continuará a ser utilizada depois que a ameaça do vírus passar? Ou será que nossas salas de aula voltarão ao que eram antes, deixando o EAD como plano B ou uma forma de complementar o ensino?
Pensando no retorno das aulas presenciais, consigo imaginar salas com menos alunos e aulas que integram o remoto e o presencial. Consigo ver a educação se preocupando em ir além da sala de aula, com alunos tendo acesso a conteúdos em diferentes plataformas digitais e em diferentes horários. Será que nesse novo normal a figura do professor assumirá ainda mais um papel de mentor, guiando os alunos por essa biblioteca de conhecimento?
Também vejo no futuro pós-Covid a preocupação em tornar o ensino mais acessível, com alunos mesclando aulas presenciais, videoaulas, mentorias online e conteúdos complementares para a formação. E, com isso, vem a necessidade de professores cada vez mais preparados para integrar novas formas de ensino ao modelo tradicional.
Olhando por este lado, gosto de pensar que o “novo normal” talvez não seja tão novo assim.
Afinal de contas, para onde nossa educação caminha senão para essa mesma abordagem holística, que extrapola a sala de aula e integra novas plataformas ao ensino?
Talvez para a educação e para os professores, o “novo normal” tenha uma cara de futuro imediato. Algo que já estávamos caminhando para, mas que foi acelerado, exigindo adaptação e criatividade. Uma oportunidade para repensar a forma de ensinar!
O que você acha? Teremos um “novo normal” nas escolas? Se sim, como ele seria?

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Desafios da Educação

Comunidade Sebrae
Juliana Bacilla
Juliana Bacilla Seguir

Consultora de Negócios em Educação Empreendedora no Sebrae/PR.

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