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O agronegócio no Brasil é o principal motor da retomada da economia

O agronegócio no Brasil é o principal motor da retomada da economia

O agronegócio sempre teve forte participação no Produto Interno Bruto (PIB), sendo responsável pela metade das exportações do Brasil. Além de representar 21,1% do PIB, o setor movimenta cerca de 38% dos empregos no país.

Investimentos em pesquisa e desenvolvimento contribuíram para a safra recorde de grãos 2019/2020. A articulação com o Ministério da Infraestrutura, no início da pandemia, foi crucial na redução de problemas de logística e desabastecimento.

 

Abastecimento do mercado interno

Como a colheita não pode parar, a organização do abastecimento do mercado interno e também o cumprimento dos contratos internacionais trouxeram êxito para o segmento.

Além disso, é preciso revisar a legislação tributária e os investimentos em capacitação de gestores do agronegócio a fim de ampliar o acesso a recursos financeiros mais adequados ao setor. Também são oferecidos uma infinidade de cursos para a formação de mão de obra qualificada nos diferentes ramos do agronegócio. 

De acordo com pesquisas realizadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o PIB do agronegócio aumentou 1,26%, em julho deste ano. Com isso, o setor tem se apresentado como um caminho para a retomada do crescimento econômico, principalmente, no pós-pandemia.

 

Abertura de novos mercados

As exportações do agronegócio cresceram 10% no primeiro semestre, comparado ao mesmo período de 2019,  totalizando US$ 61 bilhões.

A abertura de novos mercados ajudou o país a manter o crescimento das vendas externas e diversificar a pauta, reduzindo a dependência de soja e carnes. Neste ano, passamos a exportar alimentos para 51 novos mercados, como resultado de negociações com parceiros comerciais. 

Vale lembrar que desde 2019, 89 novos mercados foram abertos para o agronegócio brasileiro. Entre os produtos que passaram a ser exportados, estão laticínios para a China, castanha de baru e chá-mate para a Coreia do Sul, peixes para a Argentina, castanha para a Arábia Saudita e gergelim para a Índia.

Além disso, outro fator que tem impulsionado as exportações brasileiras é o reconhecimento de quatro estados  (Acre, Paraná, Rio Grande do Sul e Rondônia)  e regiões do Amazonas e do Mato Grosso como áreas livres de febre aftosa sem vacinação.

 

Setor em contínuo crescimento

De acordo com a Organização Mundial do Comércio (OMC), o Brasil é o maior exportador de soja do mundo, responsável por 56% das exportações globais do grão em 2018.

O país caminha para uma nova safra recorde, onde boa parte da produção já foi comercializada e os grandes produtores estão rentabilizados.

Tivemos a colheita de uma super safra, o abastecimento garantido da nossa população, as agroindústrias funcionando e as exportações acontecendo. Também foram registrados recordes nas exportações brasileiras de soja, açúcar, proteínas de suínos, aves e bovinos —  mostrando o potencial agropecuário. 

Apesar de todo esse “novo normal” que o Brasil vive com a pandemia, o agro continua produzindo e, tem tudo para continuar sendo o motor da economia brasileira.

 

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