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Controle financeiro? ok! Separação de gastos? ok! Fluxo de caixa? ok! E agora?

Controle financeiro? ok! Separação de gastos? ok! Fluxo de caixa? ok! E agora?

Se em sua empresa já não há mais confusão entre o dinheiro do caixa e o seu, se os gastos fixos e variáveis já são conhecidos e se você já fez seu fluxo de caixa, parabéns! Seu “para casa” foi muito bem feito até aqui. Mas será que isso basta?

Muitos empresários têm se dedicado e estudado as ferramentas de controle financeiro. Hoje muitas empresas possuem diversas planilhas que são alimentadas diariamente, registrando entradas, saídas, recebimentos e pagamentos futuros, e muito mais...

Por outro lado, muitos empresários se deparam com dois problemas após começarem a trabalhar com controles financeiros. O primeiro é o elevado tempo dedicado ao preenchimento das planilhas. Costumo dizer em palestras que ter planilha é bom, mas preencher planilha não dá dinheiro. O que queremos dizer é que a planilha deve ser um auxílio, uma ferramenta de preenchimento e análise rápida, que propicie ao empresário, além do controle sobre seus números, mais eficiência na sua gestão e consequentemente, mais tempo para fazer o que interessa, ou seja, ganhar dinheiro.

Outro problema é a frustração de muitos quando chegam a conclusão de que não conseguem tirar nenhuma informação útil de seus registros. É aí que entra o pensamento crítico das finanças, afirmando que uma boa ferramenta é capaz de transformar dados em informações uteis para a tomada de decisão. Seguindo esta premissa, vamos falar de algumas vantagens do fluxo de caixa, uma das principais ferramentas de gestão:

  1. Planejar e controlar as saídas de caixa num tempo determinado (fluxo de caixa é ferramenta para análise de médio e longo prazo);

  2. Auxiliar na tomada de decisões antecipadas sobre a falta ou sobra de dinheiro na empresa;

  3. Verificar se os recursos financeiros são suficientes para administrar o negócio em um determinado período ou se há necessidade de obtenção de capital de giro. E se houver a real necessidade de captação de recursos de terceiros, a decisão será racional, ou seja, a empresa vai buscar só o que precisa e em conformidade com sua capacidade de pagamento mensal;

  4. Planejar melhores políticas de prazos de pagamentos e recebimentos;

  5. Avaliar a capacidade de pagamentos antes de assumir compromissos.

A dica é que você olhe para suas planilhas não mais como simples instrumentos de registros, mas como verdadeiros aliados que podem ajudar a melhorar o seu negócio.

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Finanças e Tributos

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