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Nós precisamos ser encontrados na internet

Nós precisamos ser encontrados na internet

Hoje ouvi essa frase em uma palestra sobre vendas em canais digitais que assisti. Eu particularmente não vendo nada ainda, mas me interessei e resolvi participar. Nessa palestra pude me lembrar de algumas coisinhas que as vezes nos esquecemos.  

Por mais que eu não venda produto nenhum, eu tenho que saber vender a mim mesmo – Aquele famoso marketing pessoal, já ouviu falar? Vender a imagem profissional para influenciar e atingir um resultado.

Nós que estamos entrando agora no mercado de trabalho, ou querendo nos estabelecer em uma empresa, temos que saber mostrar isso para o outro. Esse outro pode ser seu chefe, ou um futuro chefe que você almeje, uma parceria que poderia dar certo. Tem vários porquês para investir em nosso marketing pessoal.

Voltando a frase inicial, nós não só precisamos ser encontrados na internet, como precisamos fazer conexões por lá. E precisamos pensar nisso de forma estratégica. Mas como?

Fazendo algumas perguntas a nós mesmos, por exemplo:

  • Com quais pessoas eu quero me conectar?
  • Seria ótimo se eu tivesse um relacionamento com quem?
  • De que forma eu quero que essas pessoas me vejam?

Hoje o nosso currículo é o Linkedin, Instagram e Facebook. Então você pode pensar: 

Ah, nesse caso eu não posso postar nada? Não posso postar que estou em casa de pijama assistindo um filme de natal, ou em uma festa bem louca - imaginando que não estamos em meio a uma pandemia, claro!

 

Vou usar uma passagem do livro mais lido do mundo, “Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém"

Eu te digo: Posta mesmo, pública o que você faz, sem medo. Mas pensa estrategicamente. Não faz mal nenhum ter um equilíbrio entre os dois lados, não é mesmo?

Eu assisti uma TED (pra quem não sebe TED é uma série de conferências destinadas à disseminação de ideias, a qual eu super recomendo e está disponível no Youtube) em que uma pessoa, muito bem sucedida por sinal, contou uma experiencia em que ela se viu sentada em um avião ao lado de um grande empresário que ela admirava muito. Não perdeu tempo e começou logo uma conversa, na qual, ela se vendia como uma ótima profissional, que realmente ela era - aqui entra o conceito de PITCH, mas fica para uma outra conversa.

No final da história, o que ele realmente queria saber era sobre seus hobbies, o que ela fazia fora do trabalho, qual era a vida dela fora do mundo business. Então foi quando ela se tocou que a questão não é só o lado profissional.

Hoje, mais que nunca, precisamos demostrar o nosso lado humano, sensível e divertido, em meio a tudo isso que está acontecendo. Não somos robôs! Então está tudo bem ficar de boa, está tudo bem ter dias que não queremos tirar o pijama e está tudo bem não ser sempre 100% produtivo. Está tudo bem! E saber disso, diz muito a nosso respeito.

Ou seja, galera, vamos nos conectar de forma estratégica. Mostrando a melhor versão de nós mesmos, tanto profissional como pessoal. Tanto em dias fáceis, quanto em dias que, sabemos bem, não são tão fáceis assim. E está tudo bem!

Nos encontramos aqui, na internet!

Até a próxima,

Comunidade Sebrae
Daniella da Rosa
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Acadêmica de Ciências Contábeis na Unioeste e estagiária do SEBRAE PR

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