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Quem colocou uma lâmpada na geladeira?

Quem colocou uma lâmpada na geladeira?

Se tem um tema que está na “moda” é INOVAÇÃO.

              Não é preciso esperar muito para ver, ouvir, sentir, cheirar e degustar o assunto nos mais diversos ambientes. Serpentários, escolas, hospitais, bares, lavouras de abóboras, enfim, esse conceito está por todos os cantos.

Mas, por qual razão isso está acontecendo?

Bom, tenho algumas hipóteses sobre esse fenômeno, mas irei trazer duas, para não me estender muito.

O avanço tecnológico exponencial iniciado após a invenção da computação, e que progrediu infinitamente na última década (2009/2019), está pressionando todos os negócios em todos os setores e em todas as direções. Imagine modelos de negócios e setores que passaram três séculos sem mudanças significativas, a vibe era navegar em águas calmas. Então, de repente, surgem modelos que parecem destruir todas as “verdades” que fundamentam esses setores. Neste cenário qual é a saída? Isso mesmo, fazer diferente. É simples: ou se adapta ou morre.  Esse conceito foi, graciosamente, denominado por Joseph Schumpeter como “Destruição Criadora”, o termo é autoexplicativo.

Então, como se tomadas por um instinto de sobrevivência, as organizações passaram a buscar a redenção naquilo que está sendo o ponto central deste texto: INOVAÇÃO.

 Outra hipótese, mas que não exclui a primeira, é a abundância de informação, tanto que alguns especialistas (eu não sou) estão considerando a commodity do século XXI. Com acesso fácil e rápido a informação as pessoas estão sendo estimuladas a todo momento, através de fontes diferentes, com perspectivas diferentes e aprendendo sobre assuntos nunca antes imaginados. Resultado: conhecimento, que assimilado e aplicado pode gerar inovação.

A questão é que isso sempre aconteceu, sempre tivemos pessoas que assimilaram informação e a partir daí chegaram a novas conclusões e/ou tiveram ideias geniais, mas a diferença é que agora temos um número muito maior de pessoas com acesso à muito mais informação, então, é uma questão de proporção: mais pessoas com muito mais informação, mais inovação.

“Tá, mas e daí? O que eu faço com essa informação?”

Com essa informação nada, mas com o que podemos extrair dela, muito.

A inovação é feita por pessoas. Pessoas estudam, experimentam, vivem, erram, acertam, erram de novo e aprendem. Sacou?

Incentivar pessoas a viverem o máximo de experiências possíveis e impossíveis, absorverem conteúdo dos mais variados temas e áreas de conhecimento pode ser o caminho para a inovação. Tenho um amigo turismólogo, mestre em engenharia de produção, que estuda medicina comportamental e atua como consultor de inovação (ele vai comentar este post, com certeza).

Por fim, gostaria de pedir a ajuda de vocês para descobrir uma coisa: quem teve a brilhante ideia de colocar uma lâmpada dentro da geladeira e como essa pessoa pensou nisso? O que a motivou? Deixem suas descobertas nos comentários.

Por hoje é só.

Comunidade Sebrae
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