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Empreendendo em uma Franquia

Empreendendo em uma Franquia

Qual? O que? Como? Vai dar certo? Esses foram os primeiros questionamentos que permeavam o início da caminhada empreendedora.

Psicólogo de formação, atuando em psicologia clínica, onde inicialmente sublocava salas para realizar os atendimentos, sublocação esta que era paga ao dono da sala por hora ou período utilizado, o que despertou a primeira ideia do negócio próprio, o valor que pagava as sublocações poderia pagar aluguel de um consultório meu, onde poderia ter salas para sublocar para outros profissionais, e assim foi inaugurado o Espaço Terapêutico Fênix.

O Espaço, foi com o tempo ficando conhecido, onde percebi que o projeto deu certo, evoluindo, porém limitado perante o que almejava como empresário, sempre trabalhando com pessoas e comportamentos, a área de atendimento e vendas sempre chamaram  minha atenção, se tornando cada vez mais atrativas. Nas minhas experiências profissionais anteriores, algo me incomodava muito, os donos não estarem presentes e não querer evoluir, e por vezes focando apenas em deixar cada vez mais automatizado todo processo, desde a realização de um serviço ao atendimento ao cliente. Com isso em mente, precisava de um negócio onde poderia trabalhar com pessoas (de uma maneira diferente do atendimento clínico), evoluir, pensando em rentabilidade, projeção financeira, algo que goste e dessa vez pensando em não criar uma marca do zero.

Cada vez mais as franquias começaram a se tornar atraentes, fazer parte de uma marca já no mercado e com um produto consolidado, ao mesmo tempo com todos desafios de empreender.

Comecei a procura por qual franquia dentro das possibilidades financeiras são viáveis, pensando algo na área de vendas as principais opções de negócios que pesquisei foram no ramo alimentício, com isso comecei a entrar em contato com várias empresas, quais os funcionamentos, regras, valores, exigências, como posso atuar do meu jeito, o que poderia dar a minha “cara” ao negócio. Dentre as várias possibilidades o que mais pesou na decisão foi querer vender e trabalhar com algo que poderia afirmar que o produto é bom, além de ser algo que goste, a franquia da Cacau Show foi a escolhida para o investimento.

Após minha decisão, começou a jornada do processo necessário para abrir a loja, comprovação financeira, entrevistas com a equipe de expansão da empresa e analise de perfil, essa foi a parte mais tranquila do processo. Depois comecei a pesquisa de um local com análise do ponto, depois de muita procura encontro um lugar que parece atrativo, comuniquei a franqueadora, marcamos uma visita, analise financeira, projeções, analise de fluxo de pessoas e por fim,  ponto reprovado. Início o processo de procura por outro ponto novamente, cada vez mais vejo a dificuldade de achar um ponto para o negócio escolhido, a importância de ter a análise de todos os dados para planejar o futuro do empreendimento. Ponto encontrado, aprovado pela franqueadora, negociação de aluguel e demais despesas negociadas, começa a etapa de construir a loja dentro dos padrões e projetos enviados pela franqueadora.

Reformas, fornecedores, loja tomando forma, produtos, estudo sobre os produtos o sonho do empreendimento se tornando realidade, cada vez mais apaixonado pela marca e pela loja, toda empolgação e medo a flor de pele, Cacau Show convoca para o curso de novos franqueados, são 14 dias na fábrica numa imersão de conhecimentos sobre a marca, sobre produtos, fabricação, técnicas de vendas, normas a serem seguidas da franquia, a exigência pela loja padrão, dúvidas, idéias, projetos, tudo num misto de emoções, e estou apenas começando o negócio. Dentro das normas a serem seguidas, padrões, desde como preparar o café até a disposição dos produtos na prateleira vejo que o grande desafio será criar um diferencial na minha loja, e o foco se vira para o atendimento ao cliente, além de organização e apresentação da loja, e junto com este ideal, o grande desafio de contratar e treinar uma equipe que compartilhe minimamente a paixão e dedicação que possuo pela marca e principalmente pela minha loja.

Loja inaugurada, inicio de trabalhos, pandemia são apenas o início dos desafios do negócio próprio, porém não trocaria por nada essa adrenalina e constante busca por crescer e inovar por qualquer outro emprego...

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Douglas Cruz 

 

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