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Mobile: Uma tendência no Varejo

Mobile: Uma tendência no Varejo

Basta olhar ao redor para perceber a quase onipresença dos mobiles (smartphones) atualmente. Não por acaso, uma pesquisa divulgada em 2015 pelo instituto Expertise revelou alguns dados impressionantes a esse respeito:

  • 42% dos entrevistados preferem ficar 24h sem água ou energia em casa do que 24h sem smartphone;

  • 70% afirmam usar o smartphone “muito” ou “mais do que deveriam”;

  • 38% admitiram que checam a tela do smartphone diversas vezes por hora;

  • 45% mantêm a internet conectada no wi-fi, 3G ou 4G o tempo todo;

  • 57% têm o costume de assistir televisão ao mesmo tempo em que mexem no celular;

  • Somente 4% desabilitam todas as notificações de aplicativo.

Quatro anos se passaram desde que esses dados foram divulgados, e é plausível supor que a tendência se tornou ainda mais forte desde então. Seja como for, as empresas de varejo que não querem ficar para trás não podem ignorar o potencial da tecnologia mobile para melhorar seus resultados.

O mobile no Varejo: 6 formas de aproveitar

Disponibilizar tablets ou smartphones para que seus vendedores possam realizar o check-out em qualquer ponto da loja, sem que o cliente precise necessariamente entrar em uma fila para o caixa, é uma maneira inteligente de usar o mobile.

Além de agilizar o atendimento, ajuda a reduzir as filas nos caixas (um resultado especialmente valioso durante períodos de maior fluxo, como datas comemorativas). Filas muito grandes tendem a desencorajar os clientes a comprar, então reduzi-las é ainda uma maneira de aumentar indiretamente as vendas.

Um dispositivo móvel também pode ser usado como uma espécie de catálogo, mostrando imagens, vídeos e animações que ajudem o vendedor a explicar o funcionamento dos produtos.

Já nas mãos de clientes, tablets podem servir como catálogos digitais, permitindo que a compra seja efetuada de uma maneira parecida com a de um e-commerce, mas nas dependências da loja. Se o produto não estiver disponível no estoque da loja física, seria possível fazer o pedido para ser entregue em casa - assim, a viagem não terá sido “perdida’.

Outra solução parecida seria a de promover eventos usando tablets ou totens de modo a simular um showroom, mas com venda online. Mais uma vez, a ideia é facilitar a compra enquanto o cliente é estimulado pelo ambiente físico da loja.

Aproveitando os próprios smartphones dos clientes, é possível enviar (caso a pessoa se cadastre e, portanto, dê seu consentimento) promoções e outras ações de marketing quando se aproximarem da loja. Essa é uma tática especialmente interessante em shoppings e outros ambientes com bastante circulação.

Uma maneira um pouco mais complexa de aproveitar a ampla disseminação da tecnologia mobile é mapear a circulação dos clientes dentro da loja, obtendo informações valiosas para organizar os produtos de maneira mais eficiente.

Em resumo, seja qual for a solução adotada, o importante é não ficar para trás diante das muitas possibilidades proporcionadas por tablets e smartphones. Afinal, é muito provável que eles passem a ocupar cada vez mais espaço em nossas vidas.

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